Por Gabriel Chalita

Ele era negro, epiléptico e pobre. Para complicar ainda mais sua trajetória de vida, nasceu no século XIX, em meio à sociedade marcadamente preconceituosa da época. Filho de uma lavadeira açoriana e de um pintor mulato, passou a infância no Morro do Livramento, no Rio de Janeiro. Órfão, foi criado pela madrasta. Frequentou o curso primário numa escola pública e aprendeu Francês e Latim com amigos da família e com um padre. O mais impressionante nessa história é que, mesmo sob o signo de tamanha dificuldade, reluziu a estrela maior de nossa literatura. 

Por Gabriel Chalita

Com o tempo, percebemos que a memória é extremamente seletiva. Só guardamos os fatos realmente relevantes para nossas vidas. É mais um sábio mecanismo utilizado pela natureza humana para que possamos evoluir de forma mais harmoniosa e organizada, sem tantos “arquivos” dispensáveis para atrapalhar a vivacidade das recordações fundamentais à construção de nossa história pessoal.

Por Gabriel Chalita

A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. Esse é o texto que compõe o artigo 205 da Constituição Federal. Lembrá-lo, divulgá-lo e incentivar sua aplicação prática é sempre necessário e essa necessidade torna-se ainda mais pertinente no mês em que se comemora o Dia do Trabalho.

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